sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

pra despedir de 2011

Uai, tinha que rolar um som!!! 
Mas, aí vão dois. 
Despedida, né?!


RAUL SEIXAS - TENTE OUTRA VEZ






Janis Joplin - Try (just a little bit harder) Live (Dick Cavett Show)





Evoé 2012!!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

alguns dos desejos para 2012

feito com uma imagem tirada da net. 

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SAUDAÇÕES EM TODAS AS LÍNGUAS E GESTOS!!!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Considerações e outras intimidades


Eu fico com a pureza das perguntas e das respostas delas.
Que o melhor que há em mim se manifeste.




Das liberdades
Qualquer coisa que vá fazer na rua, raramente a Elena não quer ir. Um dia, depois de muito insistir e argumentar pra que ela ficasse, disse, então vamos Elena. Já saindo, ao portão, Elena, por que você é tão rueira assim? E ela, Vais, você não vê? Olha só as nuvens, o céu, olha só, nós somos livres, olha só, Vais, você pode andar, ver o céu azul, as nuvens... livres, Vais, livres.
Numa outra noite fui ajeitar o travesseiro da Junia. Juju deixa eu ajeitar seu travesseiro, e ela, Vais, me deixa. Juninha, só vou ajeitar melhor pra você. E ela, Vais, me deixa livre, não quero ficar presa numa gaiola, você acha que quero ser presa numa gaiola igual um passarinho? Me deixa livre, Vais, livre, livre.
Já tem um tempo elas não me chamam mais de mãe e um dia a Júnia, Vais você se importa de não te chamar mais de mãe? Não, minha linda, você se importa? Mas, você não fica triste por isto? Não, Juju, não fico. Mesmo assim vou começar a te chamar de mãe. Então tá, do jeito que você quiser. Não passou de uma chamada.



eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee


UM SOM!!!!!!
Gonzaguinha -  o que é, o que é



Deste 2011
Neste fim de 2011 baixou um espírito em mim.
Este 24 de dezembro, depois de, se não estou enganada, uns três anos tão perto mas longe, que não passo em meio aos familiares, este vou, vamos à casa de minha mãe, junto aos irmãos, às irmãs, sobrinhos e sobrinhas, cunhadas e cunhados e familiares.

2011 de agradecimentos. Agradecimentos pelas SaÚdeS, desenvolvimentos, participações, muitos agradecimentos ao querido Valdis pelo apoio, ajuda e sustentação, agradecimentos aos queridos familiares, agradecimentos a vocês queridas pessoas... e por aí vão muitos agradecimentos. Foi um ano bom, as fofas Liz tiveram um ótimo desenvolvimento na Escola e praticamente sem doenças, só um resfriado ou outro e o susto que passamos com uma queda da Elena, um corte que levou três pontos, mas ela é uma menina forte e muito corajosa.
Um ano que consegui participar através da Escola, dos encontros, fóruns, seminários relacionados à educação e por causa de cada vez mais forte a intersetorialidade, encontros relacionados à  assistência social e saúde. Destas participações, quero deixar registrado, que foram e continuarão sendo pelo muito bem querer das possíveis contribuições, dos compartilhamentos de experiências, das possibilidades de desconstruções para construir de novo, mesmo largando um monte de afazeres pra depois para poder participar e ir e dedicar.

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Desejo a cada uma, a cada um que passa por aqui momentos maravilhosos!
Saudações em todas as línguas e gestos!
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sábado, 17 de dezembro de 2011

Um som e 10 valores

UM SOM!!!!!

Mercedes Sosa - La maza


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Ademar Bogo nos coloca estes 10 valores que fazem parte da cartilha 09 da  Consulta Popular – Valores de Uma Prática Militante.

1o – O Valor da Solidariedade
Solidariedade é, portanto, buscar alternativas para elevar o ser humano a uma nova categoria, tanto na qualidade de vida quanto na qualidade de consciência e na construção de novos valores.

2o – O Valor da Indignação
A indignação é uma qualidade que um lutador do povo jamais pode perder. Indignar-se contra as injustiças e contra as atitudes de quem as comete.

3o – O Valor do Compromisso
Compromisso é uma atitude de permanente vigilância sobre os propósitos feitos coletivamente.

4o – O Valor da Coerência
Assim deve ser um lutador do povo. Ser coerente e acompanhar atentamente o movimento interno de cada ação em separado, e das ações em sua globalidade. Em tudo há esse movimento interno, que somente a atenção precisa e dedicada de um lutador social pode perceber.

5o – O Valor da Esperança
Não existem derrotas definitivas. A esperança é como água que umedece o leito da estrada, no subsolo. Por mais que se tente soterrá-la, sempre surpreende e renasce mais adiante.

6o – O Valor da Confiança
Confiança é isso. É saber que somos importantes com nossas características, conhecimentos e sabedoria. Mas somente sentiremos esta importância se acreditarmos nas pessoas, na coletividade.

7o – O Valor da Alegria
A luta não pode ser triste se tivermos consciência de que estamos preparando o berço para as futuras gerações nascerem e crescerem felizes. Elas nascerão e herdarão de nós o prazer de fazer a história com alegria.

8o – O Valor da Ternura
A ternura como valor está na linha do aperfeiçoamento do comportamento político e humano de um lutador do povo na sua relação com a coletividade.

9o – O Valor da Mística em forma de Utopia
Ter e manter a utopia deve ser um valor que se alimenta pela mística como sendo a razão que nos faz viver e buscar esta causa.

10o – O Valor dos Símbolos
Mais do que nunca é fundamental que se recupere e se desenvolva no imaginário e na prática social a importância dos símbolos para fazer frente ao processo de alienação e despolitização das relações sociais.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Das intimidades


imagem: net

Chove muito e mesmo entre uma estiada e outra, o céu fica carregado das nuvens carregadas de água e olho pro céu encoberto e a chuva torna a descer. Quanto mais de água tem pra cair nestes dias?
Terminei de ler o livro O Código Da Vinci de Dan Brown, que livro bom e quanta  riqueza de informações e conhecimento tem nele, já havia visto o filme, mas ler o livro é bem diferente e a bem da verdade ‘engoli’ o livro.
Quando me mudei para Belo Horizonte gostava de ir à biblioteca pública fosse para estudar ou ler. Dois assuntos tomavam minha atenção, a inquisição e a segunda guerra.
Fui criada no catolicismo, o cristianismo católico, e quanto mais ia lendo tanto mais aumentavam meus questionamentos e meus estarrecimentos. Num outro momento, aqui postado, conclui a que me serviram os dogmas desta doutrina, me reprimir, oprimir e deprimir.
Desde 97 quando escutei o programa América Latina feito pelo companheiro George na rádio comunitária Santê FM e depois em 98 quando integrei o coletivo da rádio, tudo mudou. Buscando aqui, ali em leituras e observações, parei e não mais me considerei uma pessoa cristã, não mais me considerei uma pessoa que tenha religião, e também postado aqui, um irmão me diria, foi convertida.
Lendo em um pequeno livro da Coleção de Debates, um texto de Mário Vieira de Mello sobre Nietzsche tomei conhecimento do O Anticristo. Fui a um sebo e comprei o livro.
Acredito mesmo que Jesus tenha sido um homem fenomenal em todos os sentidos e fico vendo como ao longo dos anos toda a deturpação, toda a usurpação, todo o tipo de interesse mesquinho e destrutivo que fizeram e fazem em seu nome.
Comprei O Anticristo de Nietzsche e Nietzsche diz de Paulo o anticristo, nunca antes havia lido algo assim.
Fui pesquisar e li sobre o paulinismo, li sobre os antipaulinos, li o que Paulo fez ao disseminar o machismo, a homofobia, a escravidão, a submissão e o rebaixamento da mulher, a violência, o ódio, a fé cega, a rejeição da razão, o cerceamento da liberdade, a desfiguração do amor, então entendi um pouco mais a realidade.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

circunstâncias

Hoje não, silenciosamente aqui defronte em lugar nenhum onde ao lado do tempo frente a frente, face a face, seguramente à vontade, à toa, de mansinho, mas sim, de modo algum facilmente. Hoje em dia algures, de fora adentro realmente sem medo ainda, de repente no meio da noite adiante, quiçá um pouco de antes, um pouco de tarde, um pouco de depois.


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UM SOM!!!!!!!!!

Are You Experienced? Jimi Hendrix


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Eu nos pronomes da gramática

Eu pronomes pessoais de um caso reto: eu eu, eu você, eu tu, eu nós, eu vós, eu elas.

Eu pronomes pessoais de um caso oblíquo átonos e tônicos: eu a, eu os, eu lhes, eu se, eu mim, eu si, eu ele.

Eu sem pronomes de tratamento.

Eu pronomes possessivos: eu nosso, eu vossas, eu teu, eu minha, eu seu.

Eu pronomes demonstrativos e outros demonstrativos: eu esta, eu isso, eu aquela, eu aquilo, eu tal, eu semelhantes.

Eu pronomes relativos: eu que, eu onde, eu como, eu quem, eu quando.

Eu pronomes indefinidos (in) variáveis: eu alguém, eu outrem, eu nada, eu cada, eu mais, eu outra, eu pouco, eu quaisquer, eu certas, eu uns, eu bastantes, eu várias.

Eu pronomes interrogativos: eu quem? eu que? eu quais? eu quanto?

domingo, 11 de dezembro de 2011

anjo da Sandra

Amo anjos. Este é uma arte da Sandrinha Camurça que está lá no seu Almanaque 68.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

ao gosto das sextas

Trouxe esta foto de Frida Kahlo lá do Almanaque 68 da Sandrinha Camurça, um belíssimo achado.

E desta imagem da Frida vestida com uma pintura exposta no corpo de vida brotando no ventre e no peito um céu comunista estrelado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ô maravilha!!!!!

fizemos esta colagem para felicitar e comemorar a entrada das férias. pegamos as imagens da net. os relógios quebrados, lesos, distorcidos livres das horas marcadas. as imagens são do parque municipal aqui em BH, andar de trenzinho e no minhocão, saltar no pula-pula, dar comida aos patos, gritar no alto da roda-gigante, mexer com os gatinhos, deslizar no escorregador, tomar sorvete, ... e aproveitar tudo o mais que tem lá, muito verde, muita grama, apresentações, e... ô maravilha!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Um Som!!!!

Adriana Calcanhoto em Lição de Baião do disco Partimpim.
As meninas e eu inventamos uma coreografia para esta canção. 
Adriana é uma moça muito talentosa e este disco é um barato!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

da Júnia Liz

penteados da Júnia fofa Liz.












uma versão da Sandrinha Camurça(beijos)










E ela sonha.

_ Vais, sonhei com você.
_ Ah é? o que você sonhou, minha linda?
_ Sonhei que tinha duas de você.
_ Nossa, Juju, é mesmo? Duas de mim, meu amorzinho? Que doido, heim!
_ É, uma assim igual você e outra cinza, foi um sonho muito maluco.
_ Muuuuuiiito maluco, me conta tudinho, adoro sonhos, como é que foi?
_ Tava nós três, eu, você, você assim mesmo colorida e a Elena andando pela rua, e a rua tava toda deserta, não tinha ninguém e nem um carro, e nós távamos saindo da Regional. Então de repente fomos para o futuro e o Valdis apareceu e continuamos andando, aí tinha uma árvore e você cinza estava perto da árvore, e quando vocês se viram ficaram falando assim, nossa, somos iguais e sei lá mais o que. Aí você colorida começou a falar um tanto de coisas, uns troços da Regional e tal e tal que eu não entendia, então vi um corte no seu braço, um corte feio que tava sangrando e eu fui te falar do corte aí você cinza fez assim pra mim, colocou um dedo na boca pedindo silêncio e fez ccccchhhhhhh e eu não fiz nada. Paramos em frente uma casa grande e ela tava toda queimada e nós entramos e começamos a pegar umas caixas aí olhamos pra você cinza e você cinza era muito forte e pegou um troço bem grande e levantou no alto da cabeça e jogou no chão, deu um estrondo e eu acordei. 

... e rendemos mais conversas sobre o sonho.


meu penteado nela.

domingo, 4 de dezembro de 2011

misturas

Muitas das tecnologias (só sei delas), tão de mim distantes, tanto quanto a China, um imenso depósito de entulhar lojas, casas (invadem a minha), bueiros e aterros. E muito pouco o retorno: ‘matéria prima’.
No entanto, dentro da máquina do tempo, volto às histórias das noites sem lua: um caminho, encruzilhada de terra batida, a figura segue ouvindo as botinas nas folhas secas caídas da frondosa gameleira. Uma cruz enterrada de um lado, do outro, os assobios do bambuzal.
Então sinto um latejamento, com minha expressão tendo em ele, o mistério, um arquétipo, experimento, mas nada se compara, sem parecência, nem sequer uma lembrança.
Porém assim, minha cara não queima quando a semvergonhice baixa no corpo e nas faces de madeira nada de um rubor. Mas minha cara queima e dá vontade de virar uma ema, um avestruz, sumir, evaporar, virar bolhas ou poeira. E mesmo de um jeito ou de outro, a cara na fonte fico de cara lavada.
E ao terminar, armação artérias armadura ardendo artes Ártemis Arcturus arfando ar ar ar ar arestas ariscas arrulhos arrepios arrebóis arandelas arados armei e me dei...  

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

96

Possibilidades
Só o vento... me trará notícias. O rio poderá levar-te. Lembro-me da abertura. Que seja breve o momento e que seja da vontade... pois, estarei à procura...

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Na boca da pantera a moldura se quebra. Negras carregam brancas. Cinco brancas devoradas e um par de verdes.

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Pensando, passando: ilusões, sonhos? Talvez?
Pensando, passando: o tempo? Quem sabe?
Pensando, passando: um filme, minha vida? Por que não?
Pensando, passando: ilusões? Quais?
Pensando: nos sonhos? No tempo? Nas ilusões? Num filme ou na vida?
Passando: o tempo? Um filme? Os sonhos? As ilusões ou a vida?
Pensando, sonhando? Sempre.
Ilusões? Todas e tudo.