domingo, 4 de dezembro de 2011

misturas

Muitas das tecnologias (só sei delas), tão de mim distantes, tanto quanto a China, um imenso depósito de entulhar lojas, casas (invadem a minha), bueiros e aterros. E muito pouco o retorno: ‘matéria prima’.
No entanto, dentro da máquina do tempo, volto às histórias das noites sem lua: um caminho, encruzilhada de terra batida, a figura segue ouvindo as botinas nas folhas secas caídas da frondosa gameleira. Uma cruz enterrada de um lado, do outro, os assobios do bambuzal.
Então sinto um latejamento, com minha expressão tendo em ele, o mistério, um arquétipo, experimento, mas nada se compara, sem parecência, nem sequer uma lembrança.
Porém assim, minha cara não queima quando a semvergonhice baixa no corpo e nas faces de madeira nada de um rubor. Mas minha cara queima e dá vontade de virar uma ema, um avestruz, sumir, evaporar, virar bolhas ou poeira. E mesmo de um jeito ou de outro, a cara na fonte fico de cara lavada.
E ao terminar, armação artérias armadura ardendo artes Ártemis Arcturus arfando ar ar ar ar arestas ariscas arrulhos arrepios arrebóis arandelas arados armei e me dei...  

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