segunda-feira, 29 de novembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

UM SOMMM!!!!

Este vai pra Sandrinha Camurça, Simpático Jens, Marcelo Carota, Professor Halem, Professor Marcelo, Marcello, Mariê, Inês Amarante, Jorge Pimenta, Jean, Roy, Moacy Cirne, e para tod@s que curtirem.


Um nêgo muito da hora, que mesmo do além, continua quebrando tudo!


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sobre o cão II

A Caverna de José Saramago.

Toby, da Nona.

Pág. 53

..., Suponho que ficará com o cão, que nome vai lhe pôr, perguntou Marta, É cedo para pensar nisso, Se ele ainda cá estiver amanhã, deveria ser esse nome a primeira palavra que ouvisse da sua boca, Não lhe chamarei Constante, foi o nome de um cão que não voltará à sua dona e que não a encontraria se voltasse, talvez a este chame Perdido, o nome assenta-lhe bem, Há outro que ainda lhe assentaria melhor, Qual, Achado, Achado não é nome de cão, Nem Perdido o seria, Sim, parece-me uma idéia, estava perdido e foi achado, esse será o nome, Até amanhã, pai, durma bem, Até amanhã, ...
... .Recolheu-se a seu quarto e deitou-se, ...
... . A meio da noite acordou, ...
... . Levantou-se, agarrou na lanterna de pilha...
... . Cipriano Algor acendeu a lanterna e apontou o foco para a casota. A luz não era suficientemente forte ...
..., duas cintilações lhe bastariam, dois olhos, e eles lá estavam.



Chico, do Marcelo Carota

Pág. 55, 56

Hoje, porém, ...
... . Não abriu a janela, somente um pouco ...
... . Ao espreitar para fora, o que Cipriano Algor queria, sem mais preâmbulos seus ou alheios, era saber se o cão ainda estava à espera de que lhe fossem dar outro nome, ou se, cansado da expectativa frustrada, tinha partido à procura de um amo mais diligente. Dele apenas se viam o focinho eu descansava sobre as patas dianteiras cruzadas e as orelhas caídas, mas não havia motivo para recear que o resto do corpo não continuasse dentro da guarita. É preto, disse Cipriano Algor.



Zé Bidu, da Isadora, Joaquim e Alba .


Zeca, o fiel escudeiro do Jens.

Pág. 57

... Cipriano Algor saindo para o terreiro. ...
... . O oleiro adiantou-se alguns passos e, numa voz clara, firme, porém sem a altear demasiado, pronunciou o nome escolhido, Achado. O cão já havia levantado a cabeça quando o viu, e agora, escutado finalmente o nome por que esperava, saiu da casota em corpo inteiro, nem cão grande nem cão pequeno, um animal novo, esbelto, de pêlo crespo, realmente cinzento, realmente a atirar para o preto, com a estreita mancha branca que lhe divide o peito e que parece uma gravata. Achado, repetiu o oleiro, avançando mais dois passos, Achado, vem aqui. ...

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Madona, do Lucas Beleza.
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Aqui vão outras postagens com outras passagens de A Caverna, de Saramago.

Sobre as mãos.
Sobre as mãos II.
Sobre o cão.
Sobre a criação.
Sobre o tempo.

domingo, 14 de novembro de 2010

todo de uma vez

Fiz por bem aparar algumas incoerências. Trago na introdução, um acréscimo, que tirei da apresentação anterior.


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A QUEM PERTENCE?
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A quem pertence todo o princípio?
Uns dizem que a mulher racionalizou primeiro, que foi a grande descobridora da agricultura.
Não foi a Eva, ela é muito do passado!
O Adão, nem se fala!
Os dois, Eva e Adão, tão sensuais e tão lisinhos!
Ganhei, em 2002, uma pequena agenda com um bloquinho dentro, comecei a escrevê-lo sob o título de, Quando Deus criou o Ser Humano, lá pra frente resolvi mudá-lo.
A agendinha foi presente do Roberto, que de um ramo rasteiro rasgou o mundo e foi atrás de si. E fico a pensar naqueles escritores, quando escolhem o título primeiro, há que se ter só aquilo na cabeça.
Pronomes pessoais do caso reto: Eu, Tu, (Você), Ele não veio, Ela foi embora, Nós, Vós, (Vocês), Eles estão bem, Elas são o bem, de todos.
Não quero nesta introdução escrever alguns contrários, eles cabem a você e a mim.
Preciso romantizar.
Para @s ousad@s com orgulho.
Dedico aos sentimentos e atitudes de amor, solidariedade e justiça.
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Edelvais - Jan/2007.
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1)Era uma vez...
Acredito em Deus como acredito na cadeira, nas pedras (qual será o tipo de comunicação que fazem?), como creio na chatura do pragmatismo.
Os gatos nos telhados provocam sons...
Não é aquela outra história da criação, e sim do pragmatismo: Deus.
Por vezes considerarei mundo, o planeta Terra.
Universo é o todo infinito (por enquanto, para uns).
Por vezes, quando for citar mulheres, homens, haverá a generalização humana, usarei seres humanos.
Animal humano, animal mamífero, plantas, peixes, aves, água e terra.
"Quase tudo tem na terra".
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2) Num dado momento, há a grande explosão (cheia de metáforas).
O deus da ciência não é masculino.
É feminina a Energia. Eu sei que a Via-Láctea nasceu desta Deusa, também.
Voltemos um pouco antes da explosão...
Eram vários mundos, e naqueles tempos finais, o caldeirão de energia teve sua dose transbordante.
Ainda não há provas explícitas se, aquele ponto de universo vivia um purgatório cheio de alienígenas penando pelos pecados cometidos contra os dinossauros, ou então os grupos extremos: seres rastejantes abençoados pelos céus com a incumbência de salvar as almas das racionalis formigalis, condenadas aos infernos (desde aquela época!).
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3) Em outros mundos mais afastados, os deuses eram homens, animais, o sol; as deusas eram mulheres, a terra, a água, a natureza da criação.
Em cada lugar havia uma porção de cada ser, objeto, vegetação: a cobertura da superfície.
De repente, aquela gota de energia pinga.
E BUUUMMMM!!!
Tudo é destruído, tudo é transformado.
É o BIG BANG!!!
Partículas foram espalhadas por todo o espaço.
Todas elas, matérias atreladas às suas antimatérias.
Suas convivências antes do ‘grito’, não se sabe.
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4) Os átomos, as moléculas se envolveram em algumas misturas, seus pontos de fusão e ebulição sofreram alterações.
Nos blocos de gelo a vibração é mínima, à medida que o calor sobe, as moléculas vão assumindo o contorno, com mais calor, separam-se.
As pulsações fazem borbulhas, explodem em vapores.
Houve a era de congelamento.
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5) Uns bocados não se fizeram totalmente compactos, a camada externa formou apenas uma couraça, uma incubadora. Hibernaram ali.
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6) Alguns conterrâneos comiam-se uns aos outros, por fome, por gosto.
Uma carga muito grande de eletricidade provocou mudanças nas cadeias, não se sabe se os códigos genéticos que aqui pousaram foram, somente, os "puros".
A intenção do grande estrondo é a letra da questão:
- Quando se mescla a racionalidade com pontos daquelas quatro amigas, a Química, a Física, a Biologia e a Matemática, o que resulta?
Antes e depois as sequências se entrelaçaram.
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7) O congelamento fez com que espécies ficassem por muito tempo adormecidas, alheias, sendo mantidas conforme os cristais iam se formando.
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8) Começamos aí com a teoria do caos.
As gotas caíam... ( os ventos existiam?)
Um que de irrealidade balança ainda mais, uma cena surrealista.
Unem-se e separam-se.
Nesse processo alguns semelhantes procuram-se.
Quando, na quebra das moléculas, suas partes saem em busca de reproduzir o original.
Algumas amalgamações se davam, sem equilíbrio algum.
As gerações futuras terão características da porção predominante, sem importar a quantidade?
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9) Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Os átomos, as moléculas respingaram para todos os lados.
Houve alguma ordem na junção deles?
Ou foi assim?
A expansão de gases provocou uma explosão.
Naquele espaço a pressão tornou-se insuportável.
O choque era inevitável, blocos sólidos abriam-se para os gases e líquidos, e para as gelatinas.
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10) A visualização do espetáculo de cores não permitiu que respingos saíssem da, ou chegassem à testemunha (na crença do único e grande criador e salvador).
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11) A relação independente, total e plena, passa a não ter sentido.
Nas combinações, pouco ou muito de algo; sempre haverá uma interação.
À temperatura máxima, transformaram-se camadas em fogos da natureza.
Os calores não concorrentes equilibravam-se nas covalências.
O infinito jurou que reinou depois da explosão, só que ele nada entendia de certas leis físicas e nem das premonições poéticas.
‘Que seja eterno enquanto dure’!
O Sol nascia sem saber do seu tempo de morte.
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12) Não houve espectadores, os acontecimentos deram-se por freqüência coletiva, a sintonia foi o início da causa.
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13) Os mais sensíveis ao calor desabrochavam e as necessitadas de mais temperatura atrofiariam de vez, ou à medida do esquentamento, desenvolveriam de pouco a pouco, até o fim.
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14) O máximo final deu início, recebeu o seu último suspiro.
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15) Os bafos da criação jogavam no tempo das brumas imensas quantidades de partículas vivas.
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16) Respondemos a perguntas nos valendo do “Até aqui”.
Suposições que foram comprovadas existem, as não, ficam a cargo da imaginação.
Estou viajando nas duas.
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17) As paralelas: elas se encontram no infinito do paredão, não à forma de uma parede de concreto.
Um universo só daria muito pouco trabalho.
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18) Grupos de não sei o quê nem pra quê encarregaram de estudar, por uma quantidade finitamente longa, evoluções geradas das pós-explosões.
Energias e elementos todos tinham em igualdade.
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19) Que as Deusas e os Deuses questionem quem são seus criadores ou criadoras.
Citando, mas sem pensar muito em suas mediocridades.
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20) Um igual disse: - Aqui tendes um recipiente. "Botem fogo nele!”, e contai-nos o que acontecerá depois.
Assim, cada grupo ocupou-se com o que tinha.
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21) É preciso voltar um pouco, a escrita adiantou o tempo.
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22) Os mesmos recipientes continham elementares.
Descargas elétricas foram aplicadas.
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23) Abro um aparte para relatar sobre a fantástica experiência da criação.
Eu e o Valdisnei nos unimos. A menstruação não chegava, um enjoamento danado de enjoado, mas sem chegar às vias de fato dos vomitões. Fiz consultas, exames, até a constatação de que sim, estava grávida, desenvolvia em mim um embrião.
Não resisti em saber se era menino ou menina.
Era uma bebezinha muito linda, pude perceber pelo seu perfil, sua grande boca aberta, isso tudo ainda na barriga.
Ela nasceu em novembro de 2002 e seu nome é Júnia Liz, linda menina.
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24) Foi assim que aconteceu.
Enquanto isso vou pensando...
O que será o nada?
Se quiserem podem chamá-los deusas e deuses, que vieram do infinito do nada.
Nessa passagem tornaram-se Fogo, Terra, Ar e Água.
Depois de passarem pelo nada, imaginem quanto não andaram, ou bem podem ter feito outra coisa, vieram dar de cara com o zero da contagem do nada, contagem esta, chamada de tempo.
O zero mirou bem os quatro e disse que ali não poderiam ficar, teriam que voltar pelo seu tempo. Falou também dos pequenos choques quando se misturassem, para isso o fogo elevaria sua temperatura, soltando faíscas.
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25) Talvez o tempo do nada seja infinito.
De toda forma, lá se foram os quatro, Ar, Fogo, Água e Terra.
À medida que voltavam e quando era hora de mistura, mudanças das mais variadas (in)existências aconteciam, manifestavam-se várias mutações desses elementos.
Pouco antes de se estabilizarem das colisões, uma porta se abria naquele caminho e os novos mutantes saíam por ela...
A missão era buscarem-se em sua origem.
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26) O tempo é de muita criação.
Os zeros somados dão infinitude ao nada.
Numa dessas pequenas explosões, veio o raio da consciência.
Um risco clareia os ares e ouvem-se borbulhas na massa, é o início da evolução da consciência.
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27) O Senhor e a Senhora não se colocam à disposição todo o tempo, eles tem suas demandas, como a de descobrirem quem os fez.
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28) Os nomes fazem parte, seus sentidos, com seus conceitos dualistas, de uma consciência desperta, os significados são muitos.
A prática veio trazendo a união das letras e a consciência foi botando entendimento.
Processos evolutivos.
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29) Existe algum atraso na prática da evolução.
Há muitos séculos deixamos de ser trogloditas e de deixar nossos medos dominar-nos, desde então nossas cavernas transformaram-se.
Mas, segmentos dotados da razão não permitem a entrada da ciência nas construções sagradas do ocidente e do oriente, e impedem a tecnologia de salvar vidas simplórias.
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30) Existe a teoria da repetição.
Anoitece porque entardeceu e temos a manhã porque madrugou a noite.
Ou então:
O movimento do mundo!
A Terra gira em torno de si, que gira em torno do Sol e a Lua no 'barranco'...; 'todos caminham'.
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31) Por vezes confundimos as direções, o que dá no invertimento.
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32) Escutei que observar o crescimento do ser humano assemelha-se a observar a evolução da raça humana.
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33) O cachorro quando escuta um foguete, ele corre para debaixo da cama, do sofá, da mesa.
A percepção do estrondo ele teve, mesmo porque tem uma audição apurada, mas não saberia dizer se foi uma bomba, um tiro, um trovão ou foguete.
Numa tentativa de interpretação, levando em consideração uma circunstância de um habitat, diria que os cânhaim cânhaim poderiam ser, ai ai ai eu vou morrer, é bala!
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34) A mulher e o dente-de-sabre não competiam pelo prêmio da racionalidade para quem levantasse primeiro.
Ou tudo não passou de uma competição?
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35) Na natureza as leis são imutáveis.
O processo de repetição dos acontecimentos tornou-se 'legal' aos olhos humanos.
Após uma descarga elétrica que fez desencadear uma faísca, uma centelha para iniciar a percepção dos ciclos.
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36) Não foi assim simplesmente, levantar e entender.
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37) Água na terra, raios com seus trovões e relâmpagos, o fogo no ar atravessando condensações em direção à terra.
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38) Uma pausa nas repetições.
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39) Observando o comportamento animal em alguns aspectos, chegou-se a algumas conclusões.
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40) O ser humano animal não existe mais?
O menino criado pela loba colocou fogo na cidade.
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41) O título será trocado.
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42) Hoje é o dia dos pais, ele não pode ser qualquer dia, pois pertence sempre à primeira quinzena.
Foi uma coincidência.
Aqui não cabe comentários nem positivos nem negativos.
Todo dia, toda hora.
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43) Faço outro aparte para escrever do nascimento de outra menina.
Novamente houve outra união para que gerássemos mais uma menina Liz.
Ela nasceu Elena Liz em março de 2005.
Mais uma bela florezinha de um jardim cheio delas.
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44) Chego à conclusão:
Há que se fazer revisões nos números anteriores, e com a boca metade sorriso, metade resignação fui a elas.
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45) Às vezes quero ir para frente, mas sempre me pego voltando a um início.
Tal qual, também os outros são polêmicos e questionados.
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46) A Matemática é fantástica.
E quem inventou a matemática?
Queim? Queim?
Ou ela já existia...
Então a melhor pergunta é:
Quem observou a matemática?
Óóóóóóóóóóóh, siniiiiiiistro!
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47) Um dedo, uma fruta que cai, um pedaço de pau, uma árvore, um animal, um ser, dois seres.
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48) Como ele subiu?
Foi quando o alimento estava fora do alcance.
Fizeram uma escada, um nos ombros do outro e cada outro levantou as mãos para segurar os tornozelos do um.
O último degrau ergueu os braços e apanhou o alimento.
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49) São apenas suposições, as não comprovadas cientificamente.
As quê?
As palavras e suas uniões. Incidências acontecem.
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50) Quem mais chama galáxia de galáxia?
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51) A fonte de vida de um sistema, no céu é uma bola de fogo.
Ela morrerá, mas não, não estou falando do ciclo da morte, escrevo do ciclo da vida.
Ela transformará.
Ela vai explodir.
Foram chamadas a Matemática, a Química, a Física, a Biologia.
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52) Pensei... aqui está o título definitivo: A Quem Pertence?
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53) O quê?
Preciso escrever que acredito, que seres humanos, não devamos ser trogloditas.
Por acaso racional é pensar, falar, agir, trabalhar igual burro...? Ôpis!
Há que se saber se ele é feliz.
O burro, claro!
Nada, absolutamente nada, justifica a dominação.
Do homem, da mulher, do bebê, da criança, dos animais, das plantas, da natureza. Definitivamente nada.
Qual é a certeza dos animais irracionais?
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54) Fico tentada a aventurar-me, quero tentear o proibido, é tão sedutor!
Desde o início ficou aqui decido, um cumprimento, a fuga não seria permitida.
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55) Ouvi de um físico que tudo começou com a expansão e com a teoria da relatividade geral.
A quê?
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56) E o Isaac depois de tanto observar sentou-se sob uma árvore para descansar.
E Isaac sonhou...
Sonhou que estava no paraíso.
Andou, viu, cheirou, comeu, pegou e ouviu tudo que pôde naquele lugar, conheceu também um casal que por ali estava.
De repente, bateu-lhe uma certa languidez e foi sentar-se sob uma frondosa árvore com seus frutos maduros, era uma macieira.
Ele já ouvira histórias sobre aquelas árvores.
Aquelas maçãs não lhe diziam nada além, a não ser, boas maçãs gostosas para comer.
Tirou os sapatos, as meias, desabotoou o colarinho, encostou-se neeeeela.
Uma brisa suave cantava uma melodia suave, devia estar devaneando.
Uma sensação muito das boas ocupou-lhe o ser, e Isaac sonhou...
Sonhou que andava por um pomar, então parou defronte uma árvore.
Assssussssstado, ssssssentou-ssssssse com o sssssssibilo da sssssssserpente.
Serpente! Serpente! Serpente! Esta não era comedora de ovos, gostava das maçãs.
Ela dissssssse:
Quem ésssssssssssss tu? Voccccccccê quer uma?
Antes que Isaac esboçasse qualquer outra reação, a cobra tacou-lhe a fruta, dizendo:
-Acorda Issssssssssaac!
E ele acordou e acordou, e qual não viu uma deliciosa maçã repousando em seu colo à espera de uma mordida, e foi o que fez, ao tascar-lhe os dentes na polpa suculenta.
Levantou-se, ajeitou-se, satisfeito foi fazer testes e colocar palavras, letras e números nos papéis.
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57) Penso que poderia voltar com toda a história novamente.
Mas não, não farei isso. Preciso chegar ao fim sem final.
Sei que estou chegando às últimas páginas, não terei espaço, tempo (ou que outra coisa?) para outro início e que, de uma forma ou de outra, seria semelhante a outros começados.
E assim, parto de onde então?
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58) Veio um homem e disseram que ele disse: " Sou filho do criador".
Não quero, não há espaço para entrar em todos os méritos ou nas deturpações.
Penso que Jesus não dava muita bola de ser uma pessoa assim tão importante, visto com quem andava.
"Sigam as minhas palavras e serão salvos".
Naquela época deveria existir a gíria daquela época.
Houve demonstrações doutros sentidos das palavras, ele as praticava.
Um desejo de justiça lançava-o ao confronto contra os opressores, a escravização, a dominação.
O cara arrepiou.
Mas, num momento o céu travestiu-se com o manto da noite e cobriu aquelas terras, aquele monte, sob a árvore selou seu destino, foi dono e Senhor dele.
Ele morreu, sob pena de morte foi assassinado.
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59) Penso que fui longe demais, mas não, neste contexto não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre o homem, o cara, o mano Jesus.
As suas viagens o fizeram fazer o que fez.
Não duvido de uma coisa, ele deve dar reviravoltas fora do túmulo pelos usurpadores de seu nome.
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60) Bom, aqui estou eu escrevendo sobre perguntas tão antigas.
Onde estaria a verdade?
Fico imaginando...
A teoria da repetição da enumeração do tempo e não apenas só isso, os ciclos da natureza.
Foi daí, da observação, que veio a grande idéia da contagem?
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61) Quando eu nasci, isso tudo já tava aí.
Por que alguém, por acaso (?), lá de não sei onde, consegue muito mais rápido acessar um semelhante pensamento estando do seu lado oposto, heim?
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62) Naquele tempo, Jesus vestido da túnica, calçado de suas sandálias, percorria algumas cidades, algumas moradas, assim ele conheceu o seu povo, e muitos andavam juntos. Foi a casamentos, participou de pescarias, visitou amigos, amou e foi amado. Jesus não conhecia megafone, não tinha uma rádio, a falação era no gogó mesmo, e a escuta era boca no ouvido.
Se ele viesse hoje teria a internet, uma poderosa das tecnologias, e não estaria só.
Se cuidem fariseus!
Pode ser que ele seja um desses tantos mortos pelas violências, ou uma dessas tantas.
Talvez ele precise ir e vir e morrer... e quantos, e quantas mais precisam ir tão cedo por lutarem contra...?
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63) Como sabemos tudo isso?
Volto à ciência dos descobridores, dos observadores, dos fazedores e dos ousados, mas como não vivemos o mundo só dos teóricos, ainda bem temos os praticantes.
Esse tempo das experimentações nunca acabará e quando for seu tempo de terminar nada mais terá.
O que é conhecido já poderia aliviar as formas de vida, e não acabar com elas.
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64) Não falta muito mais espaço para desenvolver outros ditos.
Comecei e só posso terminar com umas reticências.
Desde quando será que existe o nome do cheiro da minha boca? O hálito?
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65) Se não cuidarmos será o fim.
Quanto tempo ainda nos resta?
Depende nas mãos de quem não estamos.
No dia em que o sol sofrer a grande mutação, seu núcleo expelir seu externo; que terá restado de outros tempos?
E os DNA, aí vamos nós, novamente!
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66) Cooorrrtem as cabeças!!! Disse a rainha.
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67) Estes números, sua contagem, não tem significado extraordinário, poderia ter usado pinguinhos, carinhas, estrelinhas ou soisinhos.
O que importa é a divisão dos pensamentos, e números, foi o quê primeiro me veio.
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68) Desta vez as árvores levantarão, cada uma erguerá seus membros à estrela maior e percorrerão com seus muitos pés todo o vale, toda a água da superfície e procriarão.
Chuparão a terra pelos pés, da boca fixada ao tronco sairá canções, canções, canções.
Serão ótimas bailarinas essas meninas.
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69) Será que haverá paz entre esses novos velhos seres, se não existir a serra elétrica?
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70) Aprendi a contar o tempo da matemática: 900.800.700.600.500.456.378.290.100.000.
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71) O vegetal vegeta e o ser humano? Vive?
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72) Sempre haverá um espaço para o tempo?
A corrida espacial, a busca do infinito em outras superfícies.
Olhamos o céu e o passado está sobre nossas cabeças a nos contemplar.
Quando chegamos aqui, ninguém nos viu, foram dar por nós muito depois.
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73) Quis fazer neste pequeno bloco escritos que traduzissem alguns pensamentos, uns questionamentos, algo sobre o fascínio pelo mistério.
Não foi exatamente como pensei que seria.
Não era para ter tantas palavras que foram cortadas, substituídas, acrescentadas.
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74) Admiro escritoras e escritores que, a princípio, não precisaram de muita leitura, mas com muita imaginação, escreveram seu PRIMEIRO LIVRO.
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75) Estou bastante feliz, aliviada, já não via a hora de chegar ao fim.
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76) Existe amor-racional no ato gerado do ódio, da raiva?
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77) O animal irracional não tem rancor.
Ou você acredita que tem?
Um certo ajuntamento de macacos, o macho-poderoso belisca, inferniza a fêmea que não quer nada com ele ou outra que se engrace por outro macho.
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78) O que é isso?É um tempo: Agora que a coisa começa a melhorar é hora de acabar... Começar...
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79) É o fim.
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80) ... Interpretamos: São assim os animais...
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Edelvais/2010
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Na próxima postagem, volto com A Caverna do José Saramago. Será uma parte sobre o cachorro. Para ilustrar, colocarei umas fotos dos tius, já tenho do Toby, da Madona, do Chico e do Zé Bidu. Querid@s, moçada e rapaziada das visitas, querendo enviar uma foto d@ au au com o nome, manda aqui cadelasecaes@yahoo.com.br.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

UM SOMMM!!!!

Escutei esta hoje, e não resisti.

The Zombies - Time Of The Season

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

de uma querida companheira

Recebi uma mensagem da Inês Amarante, querida companheira radialista e educadora, muito bonita, com imagens de cidades de Minas Gerais e dizeres da mineiridade d@s mineir@s. Trago este pedaço:







clica que amplia.

sábado, 6 de novembro de 2010

clique para ampliar


Anos atrás namorei, fui namorada de um rapaz. Ele tinha uma bicicleta laranjada e alguns apelidos, capeta, diabo, demônio, isto por ter colocado fogo na lixeira externa do departamento.
Ele me dizia: sua tradução é margarida.
Eu respondia: vim pra cá só para te conhecer.
Através dele, penetrei nos Apontamentos de História Sobrenatural de Mário Quintana.
Através dele, soube da passagem, desta pra outra, do Mestre Paulo Freire.
Com ele descobri o sentido da entrega por amor.

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. imagem: net

Existe algo além do calor derretendo os brancos flocos?
Os cobres esticados, os cabos, os aços, os fios, as correntes
...
Um dia o fogo
Subiu as montanhas geladas
Enquanto subia ia derretendo
O caminho de gelo
Naquela estrada de águas
Formada às suas costas
Brotava e brotava nos pequenos vales
Ele não sabia, não olhava pra trás

Bem no alto, no mais frio
Estava a estrela de pétalas
Macias e brancas
Plantada, enraizada
Que parecia na própria neve
Num meio abrir de pétalas, estremeceu de frio

Então sentiu...
De onde estava podia percebê-lo
Nas pontas
Nas pétalas
Agora abertas
Apontando
Experimentando
As variações trazidas pelo vento
Até que tudo se aqueceu
Até que toda uma quentura
Chegou e espalhou
Mais um estremecimento
Mas, desta vez o frio
Vinha do miolo
A estrela no alto, pressentia, não seria colhida

Das pétalas
Em sua superfície
Já não havia mais neve
As águas que escorriam
Por entre a maciez
Oras pingavam
Atingindo a pequena poça
Formada à sua volta
Oras desciam
Pelo centro
Escorrendo
Buscando os filamentos
Que se agarravam

Diante, ela dele, ele dela
Ela o experimentou
Ele a viu

- Saudações pequena estrela! Flor, encontrei-te, mas não subi a tua procura, não te colherei, terás de descer sozinha. Estarei contigo até que esteja pronta.
- Eu sei, e assim será.
(2008)
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

legado do ódio


Vídeo reúne as manifestações horrorosas de ódio que tomaram conta da internet nos últimos dias – com calúnias, ofensas e ameaças contra o povo nordestino. É de revirar o estômago. Mas ajuda a lançar luz sobre um Brasil que não gostamos de ver. É bom que o povo do Nordeste saiba como pensam muitos paulistas e sulistas que gostariam de eleger Serra.
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Trouxe este vídeo do blogue Escrevinhador de Rodrigo Vianna, http://www.rodrigovianna.com.br/
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Também pode ser encontrado no Vemelho,
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=6&id_noticia=140725
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Manifesto:

Com Dilma para democratizar a comunicação

Com disposição para a luta pela continuidade aperfeiçoamento das mudanças iniciadas pelo governo Lula, nós, jornalistas, radialistas, comunidades rurais e urbanas, movimentos sociais, sindicais e acadêmicos de luta pela democratização das comunicações no Brasil estamos com Dilma no segundo turno. Oriundos e atuantes na grande mídia ou não, em Blogs, nos veículos societários e estatais, redes sociais e em diversos meios, todos estamos comprometidos com a consolidação da democracia no Brasil, em suas várias dimensões. Consideramos que Dilma representa no momento a única opção para avançarmos na construção de políticas públicas democráticas, normativas, inclusivas e participativas, nesta frente de luta, garantindo aplicação das resoluções consensuadas na primeira Conferência Nacional de Comunicação e possibilitando uma Segunda Conferência Nacional, heterogênea, aberta, mais ampla, inclusive com os setores que se recusaram a participar da primeira.
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Diferentemente de outros campos da luta social — como saúde e educação —, onde é possível quantificar metas e indicadores sensíveis como mortalidade e analfabetismo —, a luta da comunicação vai muito além de sua dimensão instrumental, articulando-se intimamente aos processos emancipatórios, libertários — ontem, hoje e sempre. Esta luta se insere na luta política dos povos deste continente pelo direito coletivo e difuso à comunicação na perspectiva da autodeterminação dos povos, de uma sociedade igualitária, possível e necessária e de novas práticas de democracia, onde os governos e as representações da sociedade, sobretudo as populares, pautam questões, discutem livremente e partilham de dissensos e consensos acerca das decisões locais, regionais e nacionais. Essas espelham novas experiências para novos rumos do desenvolvimento da sociedade, em lugares diversos do território brasileiro, na perspectiva de avançar à democratização do espectro radioelétrico e fortalecer a comunicação popular.
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As práticas dos meios de comunicação de massa hegemônicos são demonstrações de que esses veículos do sistema privado, a exemplo da Veja, Folha, Estadão, Rede Globo e de outras redes espalhadas no Brasil e no continente, não respeitam a natureza pública da comunicação, os valores culturais e direitos sociais das classes subalternizadas. E, na esteira dos programas de entretenimento e nos espaços noticiosos fraudados, produzem e reproduzem a mídia do capital e a materialização do discurso das práticas de governos que sustentam a dominação do capital, o ideário neoliberal, o fundamentalismo religioso, as formas diversas de homofobia, a concentração da propriedade privada nos meios de produção, inclusive no campo da informação e comunicação.
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O sistema privado de comunicação no país, com jornais, rádio, TVs e, hoje, a Internet, amparado constitucionalmente para exercer a liberdade de expressão, extrapola, em suas funções de modo irresponsável, certos de que podem mentir, distorcer, manipular, difundir preconceitos, partidarizar as informações, omitir fatos relevantes, porém, se suas vítimas reagem, são acusadas de querer controlar a imprensa. Em nome da liberdade de imprensa, as empresas querem suprimir a liberdade de expressão. A imprensa pode criticar, mas não aceita ser criticada. Entretanto, quem demite, persegue e censura jornalistas e radialistas são os mesmos que agora se dizem defensores da "liberdade de imprensa".
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Os sistemas estatal e público comunitário, com características e funções sociais distintas, se desenvolveram nos últimos anos no país. Mas, tudo é novo e instável para as emissoras destes dois sistemas. As estatais, raras por longos anos desde Getúlio Vargas, absorvem as educativas em desvio de função e novas são criadas, entre os três poderes, durante o governo de Luis Inácio Lula da Silva. As públicas comunitárias, antes raras livres dos anos 80, regulamentadas por uma legislação frágil, confusa, reprimidas antes e mesmo depois de outorgadas para as comunidades, são, em grande número, ofertadas como moeda de troca para políticos e grupos religiosos. A ética na política de outorga e o marco regulatório, sobretudo nestes dois sistemas, inseridos numa Lei Geral das Comunicações – ou Estatuto da Comunicação Social – é o desafio para um Presidente de República que tenha compromisso com a sociedade brasileira.
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A internet de banda larga deste novo século, cada vez mais veloz, espaço das convergências de novos formatos de conteúdos e de recepção simultânea dos tradicionais veículos de difusão de mensagens massivas: rádio, jornal, cinema, televisão, revista, além do telefone, do livro, museu, biblioteca, correio, música, escola, entre outros, se configura neste momento como lugar privilegiado da mídia alternativa, representada por influentes blogs e uma rede de web rádios, apesar dos inúmeros sites e portais institucionais, de diferentes ideologias, e da tentativa de controle do acesso à informação a partir dos provedores, sob legislações a exemplo do AI-5 Digital. É fundamental a garantia da liberdade de expressão, do direito à informação e à comunicação no ciberespaço, contudo, se materializa no acesso barato ou gratuito, não - privado, á rede de computadores nas comunidades, com provedores e espaços públicos. A internet já está emparelhada com a TV aberta em matéria de entretenimento. Isto resulta na transferência de publicidade da TV para a internet, que amplia a cada ano. Dilma representará: internet gratuita ou mais barata, mais veloz, com a democratização do acesso.
A comunicação constitui um desafio gigantesco, abrindo sempre novos horizontes na luta democrática pela construção permanente de uma outra sociabilidade e convivência humana, sem guerras, com justiça social, igualdade e solidariedade, para além do Capital alienante.
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Esta eleição define o futuro do país e deveria ser pautada pelo debate dos grandes temas nacionais, pela busca de soluções para os graves problemas sociais. Os grupos que detém a concessão dos meios midiáticos pautam a mentira e o jogo sujo da política oligárquica de outrora na tentativa de confundir as mentes dos eleitores. Mas, estamos plenos de consciência e cheios de esperança que não haverá retrocesso, que Dilma vai ganhar no segundo turno para avançar na democratização da sociedade, do Estado e da comunicação nas esferas do Estado, do mercado e da sociedade, sem a adoção do AI-5 Digital e a criminalização das comunidades e dos movimentos sociais ao criarem seus próprios meios de difusão.
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As Comunidades e os movimentos sociais têm sido reprimidos toda vez que tomam a iniciativa do uso livre e comunitário das ondas de rádio, de sons e imagens, ou de recursos digitais para TV, telefonia e internet banda larga na perspectiva da universalização do acesso às novas tecnologias da informação e comunicação. Com Dilma, abrem-se as possibilidades para avançar na definição de um novo marco das comunicações no Brasil, a partir das características, função social e complementaridade dos três sistemas (estatal, público e privado) de comunicação, previstos na Constituição brasileira de 1988.
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AJOSP – Associação dos Jornalistas do Serviço Público
FNDC-BA – Comitê da Bahia do Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação
ABRAÇO-BA – ASSOCIAÇÃO BAIANA DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA
SOCIEDADE CIVIL ACAUÃ
JONICAEL CEDRAZ DE OLIVEIRA - UFBA
FÓRUM SINDICAL E SOCIAL/MG
JERRY DE OLIVEIRA-COORDENADOR ABRAÇO/SUDESTE
CLEMENTINO DOS SANTOS LOPES-COORDENADOR ABRAÇO/SUL
JOSUÉ FRANCO LOPES-COORD. COMUNICAÇÃO E CULTURA DA ABRAÇO
MARCELO FIORIU-TV CIDADE LIVRE/RIO CLARO
ALAN VINICIUS-RBC/MG
DIRCE KUCHLER/MG
JOSÉ ANTÔNIO VIEIRA/MG
FRANCISCO FRANÇA ANDRADE- FAMEMG
RONALDO RODRIGUES BATATINHA- PT/Congonhas
BERENICE DE FREITAS DINIZ-COMUNICAÇÃO E SAÚDE/FIOCRUZ
ROGÉRIO AUGUSTO BARACHO-MILITANTE ABRAÇO/MG
JOSÉ GUILHERME CASTRO-MILITANTE ABRAÇO/MG
GERALDO VITOR ABREU-AMBIENTALISTA-BRASÍLIA
RILKE NOVATO PÚBLIO-FENAFAR
JACKSON DAVID DE OLIVEIRA SOUSA-MILITANTE PSOL/MG
VITO GINNOTTI-ESCRITOR E COMUNICADOR/RJ
ROGÉRIO HILÁRIO-JORNALISTA CUT/MG
MARCO AURÉLIO MOREIRA ROCHA-PT/BH
MARCOS VALÉRIO MENEZES MAIA-PT/BH
BRÁULIO QUIRINO SIFFERT-JORNALISTA SIND-SAÚDE/MG
VALDISNEI HONÓRIO ALVES DA SILVA-MILITANTE ABRAÇO/MG
EDMAR MIRANDA RODRIGUES(CAZUZA)-CUT/MG
TOMAZ DE JESUS SILVA-CUT/MG
LOURDES APARECIDA DE JESUS VASCONCELOS-SIND-UTE/MG
JUNINHO MENDES-MILITANTE ABRAÇO/MG
EDELVAIS QUEIRÓS GONÇALVES FERNANDES-FUND. ABRAÇO METRO/BH
IVAN LÚCIO DOS SANTOS-CUT/MG
MILTON PEREIRA LIMA-CC PRIMEIRO DE MAIO/BH
SINDGUARDA/BETIM
LUCIANA SILAMI CARVALHO-FARMACÊUTICA/MG
WILLIAM DE SOUZA LOPES-HISTORIADOR
SILVIA ANGÉLICA AMÂNCIO VASCONCELOS-JORNALISTA
SEBASTIÃO FORTUNATO-FARMACÊUTICO/MG
JORNAL A VERDADE
SIND-SAÚDE/MG
KELY SIDNEI DE ALMEIDA-CEBS/MONTES CLAROS
ÉLCIO PACHECO-ADVOGADO/RENAP
JOVINA GOMES PEREIRA-SIND-DAÚDE/MG
SIND.FARMACÊUTICOS/MG
MIC-MOVIMENTO INTER-REGIONAL DE CULTURA