domingo, 14 de novembro de 2010

todo de uma vez

Fiz por bem aparar algumas incoerências. Trago na introdução, um acréscimo, que tirei da apresentação anterior.


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A QUEM PERTENCE?
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A quem pertence todo o princípio?
Uns dizem que a mulher racionalizou primeiro, que foi a grande descobridora da agricultura.
Não foi a Eva, ela é muito do passado!
O Adão, nem se fala!
Os dois, Eva e Adão, tão sensuais e tão lisinhos!
Ganhei, em 2002, uma pequena agenda com um bloquinho dentro, comecei a escrevê-lo sob o título de, Quando Deus criou o Ser Humano, lá pra frente resolvi mudá-lo.
A agendinha foi presente do Roberto, que de um ramo rasteiro rasgou o mundo e foi atrás de si. E fico a pensar naqueles escritores, quando escolhem o título primeiro, há que se ter só aquilo na cabeça.
Pronomes pessoais do caso reto: Eu, Tu, (Você), Ele não veio, Ela foi embora, Nós, Vós, (Vocês), Eles estão bem, Elas são o bem, de todos.
Não quero nesta introdução escrever alguns contrários, eles cabem a você e a mim.
Preciso romantizar.
Para @s ousad@s com orgulho.
Dedico aos sentimentos e atitudes de amor, solidariedade e justiça.
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Edelvais - Jan/2007.
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1)Era uma vez...
Acredito em Deus como acredito na cadeira, nas pedras (qual será o tipo de comunicação que fazem?), como creio na chatura do pragmatismo.
Os gatos nos telhados provocam sons...
Não é aquela outra história da criação, e sim do pragmatismo: Deus.
Por vezes considerarei mundo, o planeta Terra.
Universo é o todo infinito (por enquanto, para uns).
Por vezes, quando for citar mulheres, homens, haverá a generalização humana, usarei seres humanos.
Animal humano, animal mamífero, plantas, peixes, aves, água e terra.
"Quase tudo tem na terra".
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2) Num dado momento, há a grande explosão (cheia de metáforas).
O deus da ciência não é masculino.
É feminina a Energia. Eu sei que a Via-Láctea nasceu desta Deusa, também.
Voltemos um pouco antes da explosão...
Eram vários mundos, e naqueles tempos finais, o caldeirão de energia teve sua dose transbordante.
Ainda não há provas explícitas se, aquele ponto de universo vivia um purgatório cheio de alienígenas penando pelos pecados cometidos contra os dinossauros, ou então os grupos extremos: seres rastejantes abençoados pelos céus com a incumbência de salvar as almas das racionalis formigalis, condenadas aos infernos (desde aquela época!).
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3) Em outros mundos mais afastados, os deuses eram homens, animais, o sol; as deusas eram mulheres, a terra, a água, a natureza da criação.
Em cada lugar havia uma porção de cada ser, objeto, vegetação: a cobertura da superfície.
De repente, aquela gota de energia pinga.
E BUUUMMMM!!!
Tudo é destruído, tudo é transformado.
É o BIG BANG!!!
Partículas foram espalhadas por todo o espaço.
Todas elas, matérias atreladas às suas antimatérias.
Suas convivências antes do ‘grito’, não se sabe.
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4) Os átomos, as moléculas se envolveram em algumas misturas, seus pontos de fusão e ebulição sofreram alterações.
Nos blocos de gelo a vibração é mínima, à medida que o calor sobe, as moléculas vão assumindo o contorno, com mais calor, separam-se.
As pulsações fazem borbulhas, explodem em vapores.
Houve a era de congelamento.
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5) Uns bocados não se fizeram totalmente compactos, a camada externa formou apenas uma couraça, uma incubadora. Hibernaram ali.
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6) Alguns conterrâneos comiam-se uns aos outros, por fome, por gosto.
Uma carga muito grande de eletricidade provocou mudanças nas cadeias, não se sabe se os códigos genéticos que aqui pousaram foram, somente, os "puros".
A intenção do grande estrondo é a letra da questão:
- Quando se mescla a racionalidade com pontos daquelas quatro amigas, a Química, a Física, a Biologia e a Matemática, o que resulta?
Antes e depois as sequências se entrelaçaram.
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7) O congelamento fez com que espécies ficassem por muito tempo adormecidas, alheias, sendo mantidas conforme os cristais iam se formando.
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8) Começamos aí com a teoria do caos.
As gotas caíam... ( os ventos existiam?)
Um que de irrealidade balança ainda mais, uma cena surrealista.
Unem-se e separam-se.
Nesse processo alguns semelhantes procuram-se.
Quando, na quebra das moléculas, suas partes saem em busca de reproduzir o original.
Algumas amalgamações se davam, sem equilíbrio algum.
As gerações futuras terão características da porção predominante, sem importar a quantidade?
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9) Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Os átomos, as moléculas respingaram para todos os lados.
Houve alguma ordem na junção deles?
Ou foi assim?
A expansão de gases provocou uma explosão.
Naquele espaço a pressão tornou-se insuportável.
O choque era inevitável, blocos sólidos abriam-se para os gases e líquidos, e para as gelatinas.
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10) A visualização do espetáculo de cores não permitiu que respingos saíssem da, ou chegassem à testemunha (na crença do único e grande criador e salvador).
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11) A relação independente, total e plena, passa a não ter sentido.
Nas combinações, pouco ou muito de algo; sempre haverá uma interação.
À temperatura máxima, transformaram-se camadas em fogos da natureza.
Os calores não concorrentes equilibravam-se nas covalências.
O infinito jurou que reinou depois da explosão, só que ele nada entendia de certas leis físicas e nem das premonições poéticas.
‘Que seja eterno enquanto dure’!
O Sol nascia sem saber do seu tempo de morte.
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12) Não houve espectadores, os acontecimentos deram-se por freqüência coletiva, a sintonia foi o início da causa.
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13) Os mais sensíveis ao calor desabrochavam e as necessitadas de mais temperatura atrofiariam de vez, ou à medida do esquentamento, desenvolveriam de pouco a pouco, até o fim.
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14) O máximo final deu início, recebeu o seu último suspiro.
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15) Os bafos da criação jogavam no tempo das brumas imensas quantidades de partículas vivas.
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16) Respondemos a perguntas nos valendo do “Até aqui”.
Suposições que foram comprovadas existem, as não, ficam a cargo da imaginação.
Estou viajando nas duas.
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17) As paralelas: elas se encontram no infinito do paredão, não à forma de uma parede de concreto.
Um universo só daria muito pouco trabalho.
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18) Grupos de não sei o quê nem pra quê encarregaram de estudar, por uma quantidade finitamente longa, evoluções geradas das pós-explosões.
Energias e elementos todos tinham em igualdade.
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19) Que as Deusas e os Deuses questionem quem são seus criadores ou criadoras.
Citando, mas sem pensar muito em suas mediocridades.
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20) Um igual disse: - Aqui tendes um recipiente. "Botem fogo nele!”, e contai-nos o que acontecerá depois.
Assim, cada grupo ocupou-se com o que tinha.
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21) É preciso voltar um pouco, a escrita adiantou o tempo.
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22) Os mesmos recipientes continham elementares.
Descargas elétricas foram aplicadas.
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23) Abro um aparte para relatar sobre a fantástica experiência da criação.
Eu e o Valdisnei nos unimos. A menstruação não chegava, um enjoamento danado de enjoado, mas sem chegar às vias de fato dos vomitões. Fiz consultas, exames, até a constatação de que sim, estava grávida, desenvolvia em mim um embrião.
Não resisti em saber se era menino ou menina.
Era uma bebezinha muito linda, pude perceber pelo seu perfil, sua grande boca aberta, isso tudo ainda na barriga.
Ela nasceu em novembro de 2002 e seu nome é Júnia Liz, linda menina.
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24) Foi assim que aconteceu.
Enquanto isso vou pensando...
O que será o nada?
Se quiserem podem chamá-los deusas e deuses, que vieram do infinito do nada.
Nessa passagem tornaram-se Fogo, Terra, Ar e Água.
Depois de passarem pelo nada, imaginem quanto não andaram, ou bem podem ter feito outra coisa, vieram dar de cara com o zero da contagem do nada, contagem esta, chamada de tempo.
O zero mirou bem os quatro e disse que ali não poderiam ficar, teriam que voltar pelo seu tempo. Falou também dos pequenos choques quando se misturassem, para isso o fogo elevaria sua temperatura, soltando faíscas.
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25) Talvez o tempo do nada seja infinito.
De toda forma, lá se foram os quatro, Ar, Fogo, Água e Terra.
À medida que voltavam e quando era hora de mistura, mudanças das mais variadas (in)existências aconteciam, manifestavam-se várias mutações desses elementos.
Pouco antes de se estabilizarem das colisões, uma porta se abria naquele caminho e os novos mutantes saíam por ela...
A missão era buscarem-se em sua origem.
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26) O tempo é de muita criação.
Os zeros somados dão infinitude ao nada.
Numa dessas pequenas explosões, veio o raio da consciência.
Um risco clareia os ares e ouvem-se borbulhas na massa, é o início da evolução da consciência.
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27) O Senhor e a Senhora não se colocam à disposição todo o tempo, eles tem suas demandas, como a de descobrirem quem os fez.
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28) Os nomes fazem parte, seus sentidos, com seus conceitos dualistas, de uma consciência desperta, os significados são muitos.
A prática veio trazendo a união das letras e a consciência foi botando entendimento.
Processos evolutivos.
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29) Existe algum atraso na prática da evolução.
Há muitos séculos deixamos de ser trogloditas e de deixar nossos medos dominar-nos, desde então nossas cavernas transformaram-se.
Mas, segmentos dotados da razão não permitem a entrada da ciência nas construções sagradas do ocidente e do oriente, e impedem a tecnologia de salvar vidas simplórias.
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30) Existe a teoria da repetição.
Anoitece porque entardeceu e temos a manhã porque madrugou a noite.
Ou então:
O movimento do mundo!
A Terra gira em torno de si, que gira em torno do Sol e a Lua no 'barranco'...; 'todos caminham'.
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31) Por vezes confundimos as direções, o que dá no invertimento.
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32) Escutei que observar o crescimento do ser humano assemelha-se a observar a evolução da raça humana.
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33) O cachorro quando escuta um foguete, ele corre para debaixo da cama, do sofá, da mesa.
A percepção do estrondo ele teve, mesmo porque tem uma audição apurada, mas não saberia dizer se foi uma bomba, um tiro, um trovão ou foguete.
Numa tentativa de interpretação, levando em consideração uma circunstância de um habitat, diria que os cânhaim cânhaim poderiam ser, ai ai ai eu vou morrer, é bala!
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34) A mulher e o dente-de-sabre não competiam pelo prêmio da racionalidade para quem levantasse primeiro.
Ou tudo não passou de uma competição?
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35) Na natureza as leis são imutáveis.
O processo de repetição dos acontecimentos tornou-se 'legal' aos olhos humanos.
Após uma descarga elétrica que fez desencadear uma faísca, uma centelha para iniciar a percepção dos ciclos.
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36) Não foi assim simplesmente, levantar e entender.
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37) Água na terra, raios com seus trovões e relâmpagos, o fogo no ar atravessando condensações em direção à terra.
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38) Uma pausa nas repetições.
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39) Observando o comportamento animal em alguns aspectos, chegou-se a algumas conclusões.
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40) O ser humano animal não existe mais?
O menino criado pela loba colocou fogo na cidade.
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41) O título será trocado.
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42) Hoje é o dia dos pais, ele não pode ser qualquer dia, pois pertence sempre à primeira quinzena.
Foi uma coincidência.
Aqui não cabe comentários nem positivos nem negativos.
Todo dia, toda hora.
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43) Faço outro aparte para escrever do nascimento de outra menina.
Novamente houve outra união para que gerássemos mais uma menina Liz.
Ela nasceu Elena Liz em março de 2005.
Mais uma bela florezinha de um jardim cheio delas.
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44) Chego à conclusão:
Há que se fazer revisões nos números anteriores, e com a boca metade sorriso, metade resignação fui a elas.
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45) Às vezes quero ir para frente, mas sempre me pego voltando a um início.
Tal qual, também os outros são polêmicos e questionados.
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46) A Matemática é fantástica.
E quem inventou a matemática?
Queim? Queim?
Ou ela já existia...
Então a melhor pergunta é:
Quem observou a matemática?
Óóóóóóóóóóóh, siniiiiiiistro!
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47) Um dedo, uma fruta que cai, um pedaço de pau, uma árvore, um animal, um ser, dois seres.
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48) Como ele subiu?
Foi quando o alimento estava fora do alcance.
Fizeram uma escada, um nos ombros do outro e cada outro levantou as mãos para segurar os tornozelos do um.
O último degrau ergueu os braços e apanhou o alimento.
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49) São apenas suposições, as não comprovadas cientificamente.
As quê?
As palavras e suas uniões. Incidências acontecem.
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50) Quem mais chama galáxia de galáxia?
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51) A fonte de vida de um sistema, no céu é uma bola de fogo.
Ela morrerá, mas não, não estou falando do ciclo da morte, escrevo do ciclo da vida.
Ela transformará.
Ela vai explodir.
Foram chamadas a Matemática, a Química, a Física, a Biologia.
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52) Pensei... aqui está o título definitivo: A Quem Pertence?
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53) O quê?
Preciso escrever que acredito, que seres humanos, não devamos ser trogloditas.
Por acaso racional é pensar, falar, agir, trabalhar igual burro...? Ôpis!
Há que se saber se ele é feliz.
O burro, claro!
Nada, absolutamente nada, justifica a dominação.
Do homem, da mulher, do bebê, da criança, dos animais, das plantas, da natureza. Definitivamente nada.
Qual é a certeza dos animais irracionais?
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54) Fico tentada a aventurar-me, quero tentear o proibido, é tão sedutor!
Desde o início ficou aqui decido, um cumprimento, a fuga não seria permitida.
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55) Ouvi de um físico que tudo começou com a expansão e com a teoria da relatividade geral.
A quê?
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56) E o Isaac depois de tanto observar sentou-se sob uma árvore para descansar.
E Isaac sonhou...
Sonhou que estava no paraíso.
Andou, viu, cheirou, comeu, pegou e ouviu tudo que pôde naquele lugar, conheceu também um casal que por ali estava.
De repente, bateu-lhe uma certa languidez e foi sentar-se sob uma frondosa árvore com seus frutos maduros, era uma macieira.
Ele já ouvira histórias sobre aquelas árvores.
Aquelas maçãs não lhe diziam nada além, a não ser, boas maçãs gostosas para comer.
Tirou os sapatos, as meias, desabotoou o colarinho, encostou-se neeeeela.
Uma brisa suave cantava uma melodia suave, devia estar devaneando.
Uma sensação muito das boas ocupou-lhe o ser, e Isaac sonhou...
Sonhou que andava por um pomar, então parou defronte uma árvore.
Assssussssstado, ssssssentou-ssssssse com o sssssssibilo da sssssssserpente.
Serpente! Serpente! Serpente! Esta não era comedora de ovos, gostava das maçãs.
Ela dissssssse:
Quem ésssssssssssss tu? Voccccccccê quer uma?
Antes que Isaac esboçasse qualquer outra reação, a cobra tacou-lhe a fruta, dizendo:
-Acorda Issssssssssaac!
E ele acordou e acordou, e qual não viu uma deliciosa maçã repousando em seu colo à espera de uma mordida, e foi o que fez, ao tascar-lhe os dentes na polpa suculenta.
Levantou-se, ajeitou-se, satisfeito foi fazer testes e colocar palavras, letras e números nos papéis.
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57) Penso que poderia voltar com toda a história novamente.
Mas não, não farei isso. Preciso chegar ao fim sem final.
Sei que estou chegando às últimas páginas, não terei espaço, tempo (ou que outra coisa?) para outro início e que, de uma forma ou de outra, seria semelhante a outros começados.
E assim, parto de onde então?
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58) Veio um homem e disseram que ele disse: " Sou filho do criador".
Não quero, não há espaço para entrar em todos os méritos ou nas deturpações.
Penso que Jesus não dava muita bola de ser uma pessoa assim tão importante, visto com quem andava.
"Sigam as minhas palavras e serão salvos".
Naquela época deveria existir a gíria daquela época.
Houve demonstrações doutros sentidos das palavras, ele as praticava.
Um desejo de justiça lançava-o ao confronto contra os opressores, a escravização, a dominação.
O cara arrepiou.
Mas, num momento o céu travestiu-se com o manto da noite e cobriu aquelas terras, aquele monte, sob a árvore selou seu destino, foi dono e Senhor dele.
Ele morreu, sob pena de morte foi assassinado.
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59) Penso que fui longe demais, mas não, neste contexto não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre o homem, o cara, o mano Jesus.
As suas viagens o fizeram fazer o que fez.
Não duvido de uma coisa, ele deve dar reviravoltas fora do túmulo pelos usurpadores de seu nome.
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60) Bom, aqui estou eu escrevendo sobre perguntas tão antigas.
Onde estaria a verdade?
Fico imaginando...
A teoria da repetição da enumeração do tempo e não apenas só isso, os ciclos da natureza.
Foi daí, da observação, que veio a grande idéia da contagem?
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61) Quando eu nasci, isso tudo já tava aí.
Por que alguém, por acaso (?), lá de não sei onde, consegue muito mais rápido acessar um semelhante pensamento estando do seu lado oposto, heim?
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62) Naquele tempo, Jesus vestido da túnica, calçado de suas sandálias, percorria algumas cidades, algumas moradas, assim ele conheceu o seu povo, e muitos andavam juntos. Foi a casamentos, participou de pescarias, visitou amigos, amou e foi amado. Jesus não conhecia megafone, não tinha uma rádio, a falação era no gogó mesmo, e a escuta era boca no ouvido.
Se ele viesse hoje teria a internet, uma poderosa das tecnologias, e não estaria só.
Se cuidem fariseus!
Pode ser que ele seja um desses tantos mortos pelas violências, ou uma dessas tantas.
Talvez ele precise ir e vir e morrer... e quantos, e quantas mais precisam ir tão cedo por lutarem contra...?
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63) Como sabemos tudo isso?
Volto à ciência dos descobridores, dos observadores, dos fazedores e dos ousados, mas como não vivemos o mundo só dos teóricos, ainda bem temos os praticantes.
Esse tempo das experimentações nunca acabará e quando for seu tempo de terminar nada mais terá.
O que é conhecido já poderia aliviar as formas de vida, e não acabar com elas.
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64) Não falta muito mais espaço para desenvolver outros ditos.
Comecei e só posso terminar com umas reticências.
Desde quando será que existe o nome do cheiro da minha boca? O hálito?
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65) Se não cuidarmos será o fim.
Quanto tempo ainda nos resta?
Depende nas mãos de quem não estamos.
No dia em que o sol sofrer a grande mutação, seu núcleo expelir seu externo; que terá restado de outros tempos?
E os DNA, aí vamos nós, novamente!
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66) Cooorrrtem as cabeças!!! Disse a rainha.
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67) Estes números, sua contagem, não tem significado extraordinário, poderia ter usado pinguinhos, carinhas, estrelinhas ou soisinhos.
O que importa é a divisão dos pensamentos, e números, foi o quê primeiro me veio.
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68) Desta vez as árvores levantarão, cada uma erguerá seus membros à estrela maior e percorrerão com seus muitos pés todo o vale, toda a água da superfície e procriarão.
Chuparão a terra pelos pés, da boca fixada ao tronco sairá canções, canções, canções.
Serão ótimas bailarinas essas meninas.
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69) Será que haverá paz entre esses novos velhos seres, se não existir a serra elétrica?
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70) Aprendi a contar o tempo da matemática: 900.800.700.600.500.456.378.290.100.000.
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71) O vegetal vegeta e o ser humano? Vive?
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72) Sempre haverá um espaço para o tempo?
A corrida espacial, a busca do infinito em outras superfícies.
Olhamos o céu e o passado está sobre nossas cabeças a nos contemplar.
Quando chegamos aqui, ninguém nos viu, foram dar por nós muito depois.
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73) Quis fazer neste pequeno bloco escritos que traduzissem alguns pensamentos, uns questionamentos, algo sobre o fascínio pelo mistério.
Não foi exatamente como pensei que seria.
Não era para ter tantas palavras que foram cortadas, substituídas, acrescentadas.
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74) Admiro escritoras e escritores que, a princípio, não precisaram de muita leitura, mas com muita imaginação, escreveram seu PRIMEIRO LIVRO.
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75) Estou bastante feliz, aliviada, já não via a hora de chegar ao fim.
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76) Existe amor-racional no ato gerado do ódio, da raiva?
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77) O animal irracional não tem rancor.
Ou você acredita que tem?
Um certo ajuntamento de macacos, o macho-poderoso belisca, inferniza a fêmea que não quer nada com ele ou outra que se engrace por outro macho.
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78) O que é isso?É um tempo: Agora que a coisa começa a melhorar é hora de acabar... Começar...
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79) É o fim.
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80) ... Interpretamos: São assim os animais...
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Edelvais/2010
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Na próxima postagem, volto com A Caverna do José Saramago. Será uma parte sobre o cachorro. Para ilustrar, colocarei umas fotos dos tius, já tenho do Toby, da Madona, do Chico e do Zé Bidu. Querid@s, moçada e rapaziada das visitas, querendo enviar uma foto d@ au au com o nome, manda aqui cadelasecaes@yahoo.com.br.

3 comentários:

Jens disse...

"Faça-se a luz", disse a Deusa.
E a luz se fez.
A história da Criação segundo a Feiticeira Vais. O fim, o ínicio, o meio. O turbilhão de fogo e vida...

Beijo.

Jens disse...

PS: Mandei uma foto do Zeca, meu fiel escudeiro.

Vais disse...

:)AAAA:)AAAA:)AAAA:)

Valeu, 'Seu' Simpático Jens!

A foto do Zeca, fiel escudeiro, tá guardada.

beijo