quinta-feira, 31 de março de 2011

Durante, cerca de uma hora, choveu muito, muito mesmo, um tanto que deve de ter feito vários estragos, mas a chuva não sabe disto, nós sabemos, eu sei. O pátio da Escola estava tomado de água, pois fica abaixo do nível da avenida e qualquer chuva que desce, chega, além da que cai lá. A biblioteca, que fica no nível do pátio, deve de ter enchido d’água. No mínimo, no mínimo, é angustiante, final do ano passado foram quase dois mil livros perdidos.

Falas:


_ O ser humano está destruindo a Natureza.

_ Quando as pessoas agridem o meio ambiente, interferem violentamente noutro sistema, em umas leis, não as leis destas pessoas, oooooutras leeeeeeis, então, há aquilo que denominamos, uma resposta. . . .


....Ainda continuo...

***Mas não por agora, prefiro colocar um som.***



5 comentários:

Marcello disse...

"...mas a chuva não sabe disto" é a essência desse seu toque. Quem ler, lerá.
Abraço, Vais.

Jorge Pimenta disse...

quem não chove? e quem, chovendo, não destrói? e quem, chovendo e destruindo, não sabe de que lado nasce o sol e corre a brisa? e quem...
afinal, é com essa tinta que todos os livros (mesmo os que a chuva e a destruição, e o sol, e o vento...) se escrevem...
um abraço!

Vais disse...

Olás, Marcello e Jorge,

grata rapazes a presença e palavras de vocês.

A noite foi povoada de sonhos com água.

beijos procês

Assis Freitas disse...

e as respostas são avassaladoras,

beijo

Vais disse...

Sim, Assis,
beijo, moço