segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Galinheiro feito de tábuas e pequenas toras
Galinha de fundo de quintal
Por as frestas não passa
Tem asas e não voa alto
Mesmo assim
Mês a mês
As plumas são podadas
Pois do poleiro alça
Pra fora
Além da cerca
Num pequeno vôo
Por isto
Tesoura nas penas
Não sabe o senhor nem a senhora
Que ela vai e volta
Quando quer
Por o buraco ciscado
Abaixo dos fincos
Que dá minhocas e passagem
(22/10/10)

6 comentários:

líria porto disse...

essa menina - sumida!
besos

penosa
líria porto

com uma corda fina
o pai piava-lhe as pernas
como fazia co'as galinhas

(não fiava
nas suas
intenções)

*

Cris de Souza disse...

vais, vim te ver...

evoé!

abraço.

Vais disse...

Saudações Líria,
é um prazer do seu toque por aqui, poetando das penosas :)

êta mundo véi bão sem portêra!

beijos

***************

Saudações Cris,
Seja bem vinda, moça
fique à vontade para ver
e tal e tal
volte sempre que rolar
Namastê!
beijinho prati

Cris de Souza disse...

voltei pra agradecer sua visita e recepção.

tão atenciosa, quão graciosa...iluminaste o espaço!
um prazer tê-la entre os meus.

meu sincero sorriso, vais.

beijo em ti.

sandra camurça disse...

Essa postagem me fez pensar seriamente em criar umas galinhas junto da minha cabana.
Êta que às vezes eu queria era viver no mato!
Beijos

Vais disse...

Olá Cris,
Agradecida ida ida
o carinho
também é um prazer
beijinho na bochecha

**************

me chama
me chama
mechamatomuitobom
beijos, Dona Moça