sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

numa agenda de 2003


Segmentos de reta acompanham curvas no formato dos traços, seguem-se as figuras geométricas. É a sua marca, seu sinal, a identidade de sua obra.
Gostaria de não pensar no amanhã. Estou um pouco adiantada. Explico que a página anterior foi arrancada. Saberei em pensamento o dia. Estes escritos foram feitos nele. É o mistério do que nos vai. Penso em escrever algo maior. Uma montanha bem alta seria ideal.

6 comentários:

Jorge Pimenta disse...

para fazer a montanha, todos os segmentos de reta e todas as curvas podem fazer-se pouco... o processo, esse, será sempre tão imenso quanto a mão que o ousou.
beijinho, querida vais!

Assis Freitas disse...

a montanha seria o ápice,



beijo

LauraAlberto disse...

Vais,
nem sempre a distância mais curta entre dois pontos é a linha recta, ainda que o seja, a curva é mais apetecível.

(obrigada pelas suas visitas)
Beijinho
LauraAlberto

Vais disse...

Queridos, Jorge e Assis
Querida, Laura

às vezes é tão difícil
mas vale o exercício nem que seja pra viajar e talvez em algo que nada ou muito pouco tem a ver com os dizeres

foi o que consegui

fico vendo os traços elevando-se da terra em duas semi-retas inclinadas se encontrando num ponto comum para além das nuvens, a 'cabeça' de um cone e a curva abaixo, a forma de uma gamela gangorra que vai e vem como um pêndulo pra lá e pra cá

beijo grande com todo carinho♥♥♥ pra vocês e fico muito agradecida pelas presenças

Jorge Pimenta disse...

vais,
obrigado pelas palavras sempre carinhosas e verdadeiras a propósito da entrevista no roxo violeta. deixei as palavras seguirem até perto das "últimas consequências" :)

beijo beijo!

Vais disse...

Ô Jorge, que isso moço
e as entrevistas que a Tânia tem organizado sejam os entrevistados ou os entrevistadores são escolhas de muito bom gosto, prazer o nosso

deixar as palavras seguirem, bonito

Parabéns e admirações a tod@s vocês e a introdução do Assis quebra tudo

beijinhos, Jorge, e sempre contente por você aqui