sábado, 28 de fevereiro de 2009

por aqui

não sou fogo
sou ar
o vento ventou
assoprou as chamas
labaredas ardem
por este
arfando
furacões
em redemoinhos
de carregar

as lanças
ao alto
vem o vento ventar
tremulando
linhas entrelaçadas
tecidas de libertar

(fev/09)
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imagem: da lenda do pássaro de fogo. aqui.
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Recebi este mimo da Soninha, do http://www.rodadeprosa.blogspot.com/, um blogue maneiro. Agradecida com abraço e beijo querida Soninha, pelo carinho, consideração e lembrança.
Serei a avacalha brincadeiras, mas não se incomode não.
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4 comentários:

Moacy Cirne disse...

Por aqui, vejo que você é ar, mas, até prova em contrário, também é fogo e labareda.

Um beijo.

Belle Rodrigues disse...

Adorei o poema!
Um beijo

sandra camurça disse...

és ar porque és de áquario mas tu é fogo na roupa, que nem eu...rsrs..lindo poema, lindinha!
beijos.

Jens disse...

Belos versos, Feiticeira Vais, senhora libertária do vento, do ar, do fogo, do mar e da terra.
Um beijo.