quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O futuro é a certeza da pedra,
de sobrar
Nas planícies, gelada
Nos planaltos, queimando
Nos vales
Nas valas cheias ou vazias
Estranha à lei, sujeita da inércia
Vai ficando a pedra
Povoada de micros
(31/12/10)

imagem:net

Negativa
Individual pessoal
Me prá muá
Poema não feito
Palavra não dita
Sentido escrito
Um anti poema
Eu com isso? E daí? Problema! Meu?
Com
Bate
U
Sampontí
Fiz e
pronto!

(05/01/11)


imagens: net. (fiz a montagem)

Vou experimentar os planos de fundo à disposição. Um arco-íris, agora chamas. A princípio, apenas o fogo, sem grandes razões, simples, quente. Então a relação. Chamas de um fogão, fogo de gás para cozer os alimentos, ferver água, ferver leite. Lembrei as fornalhas e a fornalhinha no quintal interior das bananinhas fritas.
.
Levarei meus olhos a dançar pelas páginas da gente querida.
Inté.
. .
U
******************
.
PS: Estes quadradinhos que estão abaixo, é um recurso pra se ver postagens antigas. Aprendi como colocar com a doce Sandrinha Camurça, Dona Moça do Refúgio da Dimensão Salvadora.
Valeu querida!

2 comentários:

Jorge Pimenta disse...

há a escrita que ilude a vida.
há a tinta que imita a vida.
há as linhas que convidam à vida.
finalmente, há a tua escrita. a própria vida.
beijos!

Vais disse...

Êta, Jorge!
moço, fico sem jeito com seu comentário
um lápis em um papel, um pincel molhado em um tecido, um rastro na areia, são provas de vida, né?
grata pelas palavras
beijo