terça-feira, 22 de julho de 2008

alguma semelhança não é mera coincidência

Escutei uma propaganda vendendo produtos com o Batman, o do filme novo, daí trouxe este texto lá do Vermelho.

http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=39715

1 DE JULHO DE 2008 - 21h34

Filme 'Wall-E’ expõe a hipocrisia da indústria cultural dos EUA

Wall-E é um filme-mensagem, daqueles em o que deve prevalecer na cabeça do espectador é o conteúdo que os realizadores acreditam ser importante para conscientizá-lo. Raros são os filmes desse tipo que têm sucesso com intenções tão pretensiosas. Wall-E, infelizmente, não é um deles.

Por André Lux, no blog Tudo em Cima

Navegando na atual onda politicamente correta de “salvem o meio-ambiente”, a nova animação digital da Pixar começa de forma exemplar. Mostra a Terra já arrasada pela poluição e pelo lixo, onde os únicos habitantes são um robô de reciclagem e uma barata. Depois de mais de 700 anos trabalhando, o robô já produziu pilhas de material reciclado da altura de prédios. O visual hiper-realista dessas seqüências é realmente impressionante e estarrecedor.

E, como acontece com todas as máquinas em filmes de ficção científica, Wall-E começa a desenvolver emoções humanas vendo filmes antigos e coletando tranqueiras. Ao ponto dele querer “namorar” uma robô-fêmea que aterrissa no planeta em missão secreta. Quando ela volta para o espaço, Wall-E consegue segui-la agarrando-se à nave e viaja pela imensidão do cosmos em seqüências cuja beleza é de levar lágrimas aos olhos.

Se terminasse por aí, a animação seria memorável pela coragem e competência dos realizadores em mostrar um futuro terrível (e plausível) para a Terra num filme infantil e por conseguirem manter o interesse e o ritmo sem qualquer diálogo. Pena que o filme tem que prosseguir e, a partir daí, exponha um roteiro sem saída e as intragáveis lições de moral made in róliudi, que balançam entre o ingênuo e o simplesmente hipócrita.

Tudo descamba quando os robôs chegam ao destino, que nada mais é do que a gigantesca nave em que se refugiou a população da Terra (leia-se: os estadunidenses), reduzida agora a milhares de pessoas obesas e idiotizadas que passam o dia deslizando em cadeiras flutuantes enquanto assistem anúncios em uma TV virtual que fica grudada em suas caras, sem ter qualquer contato humano (o que faz a gente se perguntar de onde vêem os bebês que aparecem no filme). Além de ser ofensiva aos mais gordinhos, a “lição” contida no filme também expõe a esquizofrenia desses produtos típicos do sistema da indústria cultural estadunidense.

Ao mesmo tempo em que deixa claro que a Terra foi destruída pela ganância sem freios do sistema capitalista e mostra o quanto é horrível a situação na qual se encontra a população da Terra (que nada mais é do que o sonho neoliberal da sociedade dos “idiotas consumidores” elevado à décima potência), Wall-E não passa de um produto destinado a gerar imenso lucro com a venda infinita de camisetas, copos, joguinhos e sabe-se quantas outras tranqueiras que, usando a mesma lógica do filme, só vão ajudar a deixar o planeta ainda mais poluído e as pessoas mais imbecilizadas.

Lembre-se que Wall-E é um produto da Disney, mega-corporação que construiu seu patrimônio fabricando e vendendo ilusões aos jovens. E o que é a nave dos gordinhos senão uma Disneylândia levada aos extremos?

Essa esquizofrenia conceitual simplesmente implode Wall-E. E mostra de maneira clara o quanto a indústria cultural dos EUA é mestre em utilizar a velha máxima do “se não pode com ele, junte-se a ele”, por meio da qual conseguem até vender biquínis de grife estampados com a foto do Che Guevara.

No caso do filme em questão, simplesmente pegaram a luta justa e necessária em favor da salvação do meio-ambiente e a transformaram em mais um produto que gere lucro aos seus acionistas e investidores, sempre ávidos para ampliar suas já bilionárias contas bancárias.

Mas não sejamos injustos. Temos que entender o motivo de precisarem acumular tanta riqueza: eles precisam garantir desde já seus lugares na nave que vai fugir da Terra quando o planeta estiver à beira da destruição. Azar de quem ficar para trás...

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Eleições e uma canção

Penso que nasci
E o que posso perceber:
Entusiasmei-me
E assim estou em muitos momentos

Durante todos esses anos de eleitora, mantive meu título na cidade de São João Evangelista(MG), onde vivi dos 7 aos 17 anos, quando aos 18, vim para BH .
Este ano transferi meu título, votarei mais perto de casa.
E eu fico entusiasmada, pois farei campanha para a candidata que escolhi dar meu voto.
Não tenho filiação em nenhum partido, porém

Me tornei

de

e voto Jô Moraes.

E pode ser que alguém já tenha dito, há algo de podre nas montanhas de Minas Gerais.
É a cachorrada das raposas.
E nada sabem os verdadeiros cachorros ou as verdadeiras raposas...
A esculhambação quer se generalizar.
É a pornográfica putaria da politicagem de politiqueiros.
Quem nesta história são os dissidentes?
Quem mesmo está contrariando decisões?
Na boa,
Este pessoal deveria ajuntar seus pertences e dar linha, já que fidelidade partidária é coisa mesmo de gente sem vi$ão.
Deveriam se sentir à vontade para procurarem um lamaçal maior, mais espaçoso, cheio de regalias e bem mais servido às custas da exploração e das bandidagens.
Peço, não se espantem, a falta de diplomacia com as palavras (gostei desta expressão) me vai diante de algumas situações.


Um canto pra relaxar. Otro dia andei cantando esta.

Preta Pretinha
Os Novos Baianos
Composição: Galvão - Moraes Moreira

Laiá Larará Lararará Larará/ Preta, Preta, Pretinha! /Enquanto eu corria /Assim eu ía/ Lhe chamar!/ Enquanto corria a barca/ Lhe chamar!/ Enquanto corria a barca.../ Por minha cabeça não passava/ Só! Somente Só!/ Assim vou lhe chamar/ Assim você vai ser/ Só! Só! Somente Só!/ Assim vou lhe chamar/ Assim você vai ser.../ Eu ía lhe chamar!/ Enquanto corria a barca/ Eu ía lhe chamar!/ Enquanto corria a barca/ Lhe chamar! .../ Abre a porta e a janela/ E vem ver o sol nascer.../ Eu sou um pássaro/ Que vivo avoando/ Vivo avoando/ Sem nunca mais parar/ Ai Ai! Ai Ai! Saudade/ Não venha me matar/ Ai Ai! Ai Ai! Saudade/ Não venha me matar... / Lhe chamar!

Vai pra Mari Timm, Rainha Preta filhota do Jens.

Abraços.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Podes crer, meu irmão, é uma merda!

O interior é uma merda
A cidade grande também
O namorado da avó é um merda
Quem ou o que o gerou, uns merdas
A pedofilia é uma merda
A violência é uma merda
Não perco a chance
Errar é humano, é uma merda
A natureza humana, é uma merda
O sistema é uma merda
O capitalismo é uma merda
O imperialismo é uma merda

...
mais uma marcada
uma pequena de três anos

+++++++++++++++++++++

O Som!!!!!!!!!!!!!!!!!
Kurt Cobain
Não se sabe qual foi a curtição
Foi pego como cobaia.
(Só isso. Basta.)
( Não tente metáforas, comparando olhos com céu, barba e cabelos com pétalas de girassol ...
ou mesmo discorrer sobre o Laboratório Sistema.)
(D/95)

Uma sexta escandalosa!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

é da hora!

Não quero deixar passar.

O SOOOOOOOOOOMMMMMMMM!!!!!!!
Grande Tim Maia!
Por causa da gracinha da Eleninha Liz,
desde cedo estou cantando esta música .
Ela vai pra quem der uma passadinha por estas bandas.
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Primavera
Tim Maia
Composição: Cassiano / Sílvio Rochael


Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (meu amor)
*************

Sexta arretada procês!!

quarta-feira, 2 de julho de 2008